Médica que trata distúrbios do sono em Uberlândia com escuta ativa

Dra. Adriana Carvalho Pneumologista; especialista em medicina do sono; especialista em medicina do sono em Uberlândia; tratamento para insônia sem remédios; tratamento para insônia sem remédios em Uberlândia; terapia cognitivo comportamental para insônia TCC-I; tratamento para apneia do sono e ronco; tratamento para apneia do sono e ronco em Uberlândia; adaptação ao uso do CPAP; Instituto Brisa clínica respiratória; pneumologista com atendimento online particular; acompanhamento contínuo para asma e DPOC; médica especialista em distúrbios do sono; médica especialista em distúrbios do sono em Uberlândia; medicina do estilo de vida sono; tratamento para fibrose pulmonar idiopática; tratamento para fibrose pulmonar idiopática em Uberlândia; desmame de remédio para dormir; pneumologia e saúde respiratória;

Você já se deitou exausto, mas passou horas encarando o teto, sentindo o cansaço tomar conta do corpo enquanto a mente insiste em não desligar? Ou talvez acorde diariamente com a sensação de que não descansou, mesmo tendo passado oito horas na cama? Se você já perdeu a conta de quantos remédios experimentou para conseguir dormir, ou se convive com o medo silencioso de parar de respirar durante a noite, este texto foi escrito para você. Sou a médica que trata distúrbios do sono em Uberlândia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Uberl%C3%A2ndia) com uma proposta diferente: coloco a escuta ativa e o tempo de qualidade no centro do cuidado, porque sei que noites mal dormidas roubam muito mais do que o sono. Elas afetam sua memória, seu humor, sua produtividade e, no longo prazo, a saúde do seu coração e do seu metabolismo.

No meu consultório, recebo com frequência pessoas frustradas com consultas de quinze minutos que apenas entregam uma nova receita, sem investigar a raiz do problema. Elas chegam cansadas, não apenas fisicamente, mas emocionalmente esgotadas por soluções que não funcionam. Acredito que o sono e a respiração são reflexos profundos do nosso corpo e da nossa mente, e por isso merecem uma abordagem que vá além do sintoma imediato.

O que significa tratar o sono com escuta ativa?

Escuta ativa não é apenas ouvir o que o paciente diz. É investigar a fundo, entender a história por trás da queixa e conectar peças que muitas vezes passam despercebidas em atendimentos apressados. Quando alguém me relata que não consegue dormir, eu não busco imediatamente uma medicação. Busco entender: como é a sua rotina antes de deitar? Quais são as suas preocupações? Como está o seu humor durante o dia? Você ronca? Acorda ofegante? Existe algum problema respiratório associado?

Como pneumologista e doutora em Medicina do Sono, aprendi ao longo de mais de vinte anos de prática clínica que os distúrbios do sono raramente têm uma causa única. A insônia crônica, por exemplo, é frequentemente sustentada por fatores comportamentais e emocionais que se retroalimentam. A pessoa dorme mal, fica ansiosa por não dormir, e essa ansiedade alimenta ainda mais a insônia. Sem tempo para investigar esse ciclo, o tratamento se torna superficial.

A escuta ativa permite construir, junto com você, um entendimento completo do que está acontecendo. Essa é a base para uma tomada de decisão compartilhada, na qual você participa ativamente das escolhas terapêuticas e compreende cada etapa do processo. Não imponho tratamentos; construo caminhos possíveis dentro da sua realidade.

Por que a insônia não se resolve apenas com remédio para dormir?

Essa é uma das perguntas que mais escuto. Muitas pessoas acreditam que o comprimido é a solução definitiva, mas a ciência do sono mostra outra realidade. As medicações indutoras do sono, quando usadas de forma isolada e prolongada, podem mascarar o problema em vez de resolvê-lo. Não sou contra o uso de medicamentos quando eles são realmente necessários; sou contra o uso indiscriminado e a ausência de investigação da causa raiz.

A insônia crônica tem, na maioria dos casos, um componente comportamental importante. É aqui que entra a Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia, conhecida pela sigla TCC-I. Diretrizes da American Academy of Sleep Medicine (AASM) e da Associação Brasileira do Sono (ABS) apontam a TCC-I como tratamento de primeira linha para a insônia crônica, com resultados que se mantêm no longo prazo, diferentemente do que ocorre com muitas medicações.

A TCC-I atua reestruturando pensamentos e comportamentos que perpetuam a insônia. Trabalhamos aspectos como a associação entre a cama e a vigília, o controle de estímulos, a regulação do relógio biológico e o manejo da ansiedade relacionada ao sono. No meu protocolo, esse trabalho geralmente dura de oito a doze semanas, sempre respeitando a individualidade de cada paciente, já que cada pessoa tem uma necessidade diferente. Vale destacar que a TCC-I é um tratamento de longo prazo, conduzido em parceria com uma psicóloga especializada que atende comigo, dentro de uma abordagem verdadeiramente integrada.

Como fazer o desmame de remédio para dormir com segurança?

Muitos pacientes chegam ao consultório fazendo uso crônico de medicações para dormir e desejam recuperar a autonomia de adormecer naturalmente. É uma vontade legítima e possível, mas que exige cuidado e acompanhamento médico. Nunca oriento a interrupção abrupta de qualquer medicamento por conta própria, pois isso pode gerar efeito rebote e piorar o quadro.

O uso prolongado de determinadas medicações, como alguns hipnóticos, tem sido associado na literatura científica a impactos na memória e na arquitetura do sono, além do risco de dependência. Por isso, quando o desmame é indicado, ele deve ser feito de forma gradual, planejada e sempre combinada com estratégias comportamentais que ensinem o corpo a dormir novamente. A TCC-I costuma ser uma aliada fundamental nesse processo, porque enquanto reduzimos a dose com segurança, fortalecemos os mecanismos naturais que promovem o sono reparador.

O desmame de remédio para dormir não é um evento isolado, mas um percurso que exige acompanhamento contínuo. Essa é justamente a razão pela qual valorizo tanto os planos de acompanhamento em vez de consultas pontuais e fragmentadas.

Quais são os sintomas de apneia do sono além do ronco alto?

O ronco alto é o sinal mais conhecido da apneia obstrutiva do sono, mas está longe de ser o único. Muitas pessoas não sabem que sintomas aparentemente desconexos podem indicar que a respiração está sendo interrompida repetidamente durante a noite. Entre os sinais mais comuns estão o cansaço excessivo diurno, a sonolência ao dirigir ou em momentos de repouso, dores de cabeça matinais, dificuldade de concentração, irritabilidade e a sensação de acordar sufocado.

A apneia do sono não é apenas um incômodo. Trata-se de uma condição que, quando não tratada, aumenta o risco de hipertensão, doenças cardiovasculares e agravamento de outras condições metabólicas. Por isso, quando há suspeita, o exame de polissonografia costuma ser indicado para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade do quadro. A partir desses dados, construímos juntos a melhor estratégia de tratamento.

É importante entender também a diferença entre o sono leve e o sono profundo reparador. A apneia fragmenta o sono, impedindo que a pessoa atinja as fases mais restauradoras. Por isso, mesmo dormindo muitas horas, o paciente acorda como se não tivesse descansado. Recuperar essa arquitetura saudável do sono é um dos principais objetivos do tratamento.

Tenho dificuldade de adaptação ao CPAP, o que fazer?

O CPAP é um dos tratamentos mais eficazes para a apneia obstrutiva do sono, mas a adaptação ao uso do CPAP é, para muitos, o maior desafio. Recebo frequentemente pacientes que abandonaram o aparelho por desconforto, sensação de sufocamento, ressecamento nasal ou dificuldade em encontrar uma máscara adequada. A boa notícia é que a maioria dessas dificuldades tem solução quando há acompanhamento próximo.

A adaptação ao CPAP não deve ser um processo solitário. Ajustes na pressão, escolha do modelo de máscara adequado ao seu perfil de sono, como para quem dorme de lado, e o manejo dos efeitos colaterais fazem toda a diferença na adesão. Além disso, o suporte emocional durante essa fase é essencial, pois muitas vezes a rejeição ao aparelho tem um componente psicológico que precisa ser acolhido, não ignorado.

É por isso que ofereço acompanhamento contínuo para meus pacientes em uso de CPAP. Não basta prescrever o aparelho e entregar uma receita. É preciso caminhar junto até que o uso se torne confortável e a qualidade de vida seja de fato recuperada.

Como saber se a minha falta de ar é ansiedade ou uma doença respiratória?

Essa é uma dúvida delicada e muito comum. A sensação de falta de ar pode ter origens diversas, e distinguir entre um sintoma ansioso e uma condição respiratória como a asma ou a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) exige avaliação cuidadosa. Como pneumologista, faço questão de investigar cada caso com atenção, cruzando a história clínica, o exame físico e, quando necessário, exames complementares.

A falta de ar ao deitar, por exemplo, pode indicar tanto questões respiratórias quanto cardíacas, e merece investigação. Já a asma tem características próprias, com episódios de chiado, tosse e aperto no peito, muitas vezes desencadeados por gatilhos específicos. A DPOC, por sua vez, costuma estar associada a um histórico de exposição a fatores de risco e apresenta uma progressão característica.

Compreender a origem da falta de ar é o primeiro passo para um tratamento eficaz. E, mais uma vez, isso só é possível com tempo de escuta e investigação detalhada, algo que não cabe em consultas apressadas.

Existe acompanhamento contínuo para asma e DPOC?

Sim, e ele é fundamental. Doenças respiratórias crônicas como a asma e a DPOC não se resolvem com uma consulta isolada. Elas exigem controle contínuo para evitar exacerbações, reduzir a necessidade de medicações de resgate e manter a estabilidade da função pulmonar. As diretrizes internacionais, como as da Global Initiative for Asthma (GINA) e da Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD), reforçam a importância do acompanhamento regular e da educação do paciente sobre sua própria condição.

No meu trabalho, valorizo a recuperação da autonomia respiratória. Isso significa ajudar o paciente a compreender sua doença, identificar sinais de alerta, aderir ao tratamento de forma consciente e incorporar hábitos que favoreçam o controle da condição. A prática de exercícios físicos supervisionados, quando indicada, e uma alimentação adequada são fatores importantes que contribuem para os resultados esperados, sempre dentro de uma abordagem individualizada.

Também acompanho pacientes que precisam de reabilitação pulmonar, incluindo aqueles em recuperação após quadros respiratórios mais graves. A estabilidade e a qualidade de vida são metas concretas e alcançáveis com um plano de acompanhamento bem estruturado.

O que é a fibrose pulmonar idiopática e como ela é acompanhada?

A fibrose pulmonar idiopática é uma doença crônica e progressiva que compromete o tecido pulmonar, dificultando as trocas gasosas e gerando sintomas como falta de ar progressiva e tosse seca persistente. Por ser uma condição séria, exige acompanhamento especializado e contínuo, com monitoramento regular da função pulmonar e um plano terapêutico cuidadosamente ajustado.

Nesses casos, o cuidado longitudinal faz toda a diferença. A relação de confiança construída ao longo do acompanhamento permite ajustes finos no tratamento, suporte emocional para o paciente e sua família, e a busca constante pela melhor qualidade de vida possível diante de um diagnóstico desafiador.

Por que escolher planos de acompanhamento no Instituto Brisa?

Foi a partir dessa convicção sobre a importância do cuidado contínuo que criei os Planos de Acompanhamento no Instituto Brisa. Não ofereço apenas uma consulta isolada, mas um cuidado que caminha ao seu lado. A medicina do estilo de vida aplicada ao sono e à saúde respiratória parte do princípio de que hábitos, emoções, ambiente e comportamento influenciam profundamente nossos resultados.

Trabalho com uma abordagem multidisciplinar integrada, ao lado de uma psicóloga especializada em TCC-I, o que permite atacar tanto a dimensão física quanto a comportamental dos distúrbios do sono. Esse cuidado está disponível tanto no atendimento presencial quanto no atendimento online particular, oferecendo flexibilidade para pacientes que valorizam a continuidade do tratamento independentemente de onde estejam.

Meu compromisso é com a decisão compartilhada e com a construção de uma estratégia real e possível para a sua rotina. Não prometo soluções mágicas, porque distúrbios do sono e doenças respiratórias crônicas exigem controle, estabilidade e recuperação gradual da qualidade de vida. O que ofereço é parceria, ciência atualizada e, acima de tudo, tempo para ouvir e cuidar de você de verdade.

Por que confiar neste conteúdo?

Este artigo foi redigido com base nas principais diretrizes e fontes científicas em medicina do sono e pneumologia, garantindo que as informações reflitam a ciência médica mais atual e humanizada. As bases utilizadas incluem:

  • Associação Brasileira do Sono (ABS)
  • American Academy of Sleep Medicine (AASM)
  • Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT)
  • Global Initiative for Asthma (GINA)
  • Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease (GOLD)
  • American Thoracic Society (ATS)

Este conteúdo foi elaborado por mim, Dra. Adriana Carvalho (CRM 51576/MG | RQE 34992 em Pneumologia | RQE 56262 em Medicina do Sono). Minha formação inclui graduação em medicina pela Universidade Federal do Paraná, residência em Clínica Médica e em Pneumologia pela faculdade da USP, além de Doutorado em doenças do sono e Título de Especialista em Medicina do Sono. Ao longo de mais de vinte anos de prática clínica e de atuação como professora universitária, uni a sólida formação acadêmica à visão humana da Medicina do Estilo de Vida, com formação complementar em Entrevista Motivacional e Terapia Cognitivo-Comportamental.

Perguntas frequentes sobre distúrbios do sono

A TCC-I substitui completamente o remédio para dormir?
A TCC-I é considerada tratamento de primeira linha para a insônia crônica e, em muitos casos, permite reduzir ou eliminar a dependência de medicações. No entanto, cada paciente tem uma necessidade específica, e a decisão sobre o uso de medicamentos é sempre individualizada e compartilhada durante o acompanhamento.

Quanto tempo dura o tratamento com TCC-I?
No meu protocolo, o tratamento costuma durar de oito a doze semanas, mas essa é apenas uma estimativa. O tempo real depende das necessidades de cada pessoa, já que se trata de um tratamento de longo prazo conduzido em parceria com uma psicóloga especializada.

Posso parar de roncar sem cirurgia?
Em muitos casos, sim. O manejo do ronco depende da causa identificada, que pode envolver desde o tratamento da apneia com CPAP até mudanças comportamentais e no estilo de vida. A avaliação médica individualizada é essencial para definir a melhor estratégia sem partir diretamente para intervenções invasivas.

O atendimento online é tão eficaz quanto o presencial?
Para o acompanhamento de distúrbios do sono e o manejo comportamental, o atendimento online oferece grande eficácia e continuidade. Alguns momentos podem exigir avaliação presencial ou exames específicos, o que é definido de forma personalizada durante o plano de acompanhamento.

Idosos podem se beneficiar do tratamento do sono?
Sim. O sono muda ao longo da vida, e os distúrbios do sono em idosos merecem atenção especializada, com atenção redobrada ao uso de medicações e à investigação de causas associadas. A abordagem comportamental é particularmente valiosa nessa fase.

Vamos construir juntos noites de sono reparadoras

Se você está exausto de tratamentos que não funcionam, de consultas apressadas que não ouvem a sua história e de conviver com noites mal dormidas ou com a dificuldade de respirar, saiba que existe outro caminho. Um caminho baseado em escuta ativa, ciência atualizada e cuidado contínuo.

Convido você a iniciar um Plano de Acompanhamento no Instituto Brisa, seja no atendimento presencial ou online. Vamos investigar a raiz do seu problema, construir uma estratégia possível para a sua rotina e caminhar juntos até que você recupere sua qualidade de vida, sua autonomia respiratória e noites de sono verdadeiramente restauradoras. Agende sua consulta comigo, Dra. Adriana Carvalho, e dê o primeiro passo para transformar a sua saúde.

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